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Trienal de Arquitectura de Lisboa
12 Set – 15 Dez 2013

Close, Closer é uma série de exposições e programas públicos que desafia e questiona o papel do arquiteto na sociedade contemporânea. Estamos a lançar uma discussão em torno desta paisagem em rápida transformação e o teu input é crucial. Como podemos aproximar-nos? Agora é contigo.


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Exposição A Realidade e Outras Ficções

A Realidade e Outras Ficções tem lugar no Palácio Pombal, um edifício que teve diversos usos e programas ao longo da sua história. De residência a embaixada, deu lugar a inúmeros acontecimentos e eventos. A exposição traz de volta os usos que o edifício teve no passado através de intervenções que promovem encontros entre o palácio e o visitante. A partir de factos históricos, as intervenções constroem ficções ideológicas materializadas em espaços e programas reais, passíveis de serem usados. Aglomerados em sincronia pela primeira vez, os usos do passado, agora re-encenados, re-imaginados, são justapostos.

A preocupação latente nesta exposição prende-se com a ambiguidade e com os paradoxos inerentes ao exercício da hospitalidade, com os postulados que definem e condicionam os usos da arquitetura. Os conteúdos e situações geradas pelos trabalhos ali presentes destabilizam as regras e os compromissos subjacentes à ocupação e uso do espaço para levantar questões acerca dos lugares do dia-a-dia, da forma como nos relacionamos com eles e como eles nos fazem relacionar com o outro. Na intimidade que estabelecem entre lugar e ocupante cada um dos trabalhos exerce formas de hospitalidade. Seja para evidenciar os conflitos inerentes ao seu exercício ou para lembrar a urgência da sua aplicação, para instigar encontros inesperados ou para promover oposições, ou convergências, ou combates, ou consensos.

 

Intervenções

  • Sala da Nação – Embaixada de Terra Nenhuma

    Paulo Moreira (PT) & Kiluanji Kia Henda (AO)

    Na segunda metade do século XX, a embaixada de Espanha funcionou no Palácio Pombal. Todos os arquivos foram queimados durante uma manifestação em 1975 contra a ordem de execução de ativistas políticos proclamada durante o regime ditatorial em Espanha. Não se encontrou registo dos documentos que ali foram produzidos, lidos, aprovados ou reprovados.

    No atual cenário de descrédito relativamente aos modelos políticos existentes, evidenciado por protestos e manifestações por todo o mundo que reclamam alternativas aos sistemas vigentes, esta é a embaixada de uma nação fictícia, que não representa qualquer tempo ou espaço em particular.  Os elementos que tipicamente constituem a sala de recepção de uma embaixada – código de conduta, urna, bandeira, trono, retrato – são aqui sabotados de modo a comunicar uma nova ordem. Semanalmente, associações e grupos que desenvolvem trabalho nas áreas do ativismo político, cidadania e inclusão social, são embaixadores em sequência, dando voz a realidades e cidadãos frequentemente sub-representados sob a forma de recepções, perfomances, mesas redondas e outros eventos abertos ao público.

    Para registar o seu interesse em participar neste programa, contacte: embaixada@trienaldelisboa.com

  • The Universal Declaration of Urban Rights

    Zuloark (ES)

    Entre 1986 e 2002, as regras, códigos, ética e missão da Associação Portuguesa de Arquitetos Paisagistas foram concebidos, escritos e dirigidos a partir do interior do Palácio Pombal.

    Apresentado como uma infraestrutura de reflexão coletiva acerca dos direitos à cidade e dos direitos a ser cidadão, este projeto tem como objetivo a elaboração da Declaração Universal dos Direitos Humanos,  com vista a alcançar um consenso sobre as metodologias que regulam a construção, legislação e utilização do espaço público. Todas as terças-feiras às 19:00 realiza-se uma sessão parlamentar com oradores convidados, aberta ao público, que contribui para a elaboração de um artigo.  Com base numa metodologia de tentativa e erro, a declaração será escrita através de rascunhos sucessivos evoluindo à medida que o projeto se desenvolve, ao longo do período da exposição.

    Sessões Parlamentares:

    14 Setembro: Abertura, Zuloark
    17 Setembro: Artigo 1 - Habitar a controvérsia, com Pedro Campos Costa 
    24 Setembro: Artigo 2 - Mind the Gap, com Filipa Ramalhete e Janaína Cardoso
    1 Outubro: Artigo 3 – Cidade Open Source, com LIKE Architects
    8 Outubro: Artigo 4 – Cidade Semi-Acabada, com Manuel Van Hoben
    15 Outubro: Artigo 5 – Praça Equipada, com João Caria Lopes (Atelier Base)
    22 Outubro: Retrospectiva crítica, com Zuloark
    29 Outubro: Artigo 6 – Senso Comum, com Assembleia Popular da Graça
    5 Novembro: Artigo 7 – Resistir na Cidade, com Artéria
    12 Novembro: Artigo 8 – Transparência e Open Data, com Mônica Mesquita, Fronteiras Urbanas
    19 Novembro: Artigo 9 - Abrir Portas, com Luísa Alpanhão
    26 Novembro: Artigo 10 – Urbanismo Bricolage, com Reaction Team
    3 Dezembro: Artigo 11 – Parlamentos Urbanos, com Tiago Mota Saraiva (Ateliermob) & João Lopes
    10 Dezembro: Sessão de Encerramento, com Zuloark

     

  • Games To Lose Control

    Carsten Höller (DE)

    De 1927 a 2002, a Casa da Madeira – Representação Oficial da Região Autónoma da Madeira – teve a sua sede no Palácio Pombal. Os associados tinham ao seu dispor diversos jogos tais como bilhar, matraquilhos, damas e xadrez.

    Os lugares que percorremos no dia-a-dia coreografam movimentos lógicos, tais como subir escadas ou parar diante de uma parede. Outros lugares, como os parques de diversão, coreografam movimentos menos lógicos, que proporcionam instantes de loucura através de experiências físicas e mentais extremas. Através de três jogos, Carsten Höller convida os visitantes a embarcar numa expedição cuja missão é escapar à lógica e perder o controlo. O Jogo da Memória, o Jogo da Contradição e o jogo Gémeos de Lisboa são constituídos por instruções e dispositivos a serem implementados no espaço do palácio por visitantes, atores e vigilantes. Os visitantes são convidados a jogar os jogos, ver ou participar nas performances, cujo calendário é imprevisível: podem acontecer em qualquer lugar, a qualquer momento, em qualquer dia.

  • Sonda Espacial L.Q.F.U.B.

    Friendly Fire (PT)

    A Academia dos Ilustrados do século XVIII teve lugar no Palácio, onde intelectuais se reuniam para ler e discutir literatura e filosofia. A 20 de Dezembro de 1717, foram lidas as regras da história e da política de Aristóteles.

    “L.Q.F.U.B.” é uma “little magazine” que cresce progressivamente no decorrer da exposição até alcançar um tamanho extra-grande. Consiste numa publicação em três dimensões que é lugar de discussão e de trabalho, espaço crítico e simultaneamente espaço de crítica. A estrutura desta fanzine “espacial” obedece à divisão cerimonial dos membros da Academia do século XVIII em “lentes”: os problemáticos , os artísticos, os espontâneos, os heróicos, os políticos, os académicos, os radicais, os lúdicos e os fantásticos. Ao longo da exposição haverá encontros académicos, os workshops “Fanzine Machine”, conduzidos por grupos que irão debater, desenvolver e editar o conteúdo da publicação. Os visitantes podem contribuir espontaneamente para a elaboração da fanzine, ou assistir aos workshops.

    Sessões Fanzine Machine:

    21 Setembro, 15:00 Lente – Os Problemáticos: Colectivo F.A.U.P. (Fânzeres Alliance of Urban Photoshopping)
    5 Outubro, 15:00 Lente – Os Artísticos: Clube de Desenho
    16 Outubro, 19:30 Lente – Os Espontâneos: Conversas
    19 Outubro, 15:00 Lente – Os Heroicos: Colectivo Mundo Novo
    2 Novembro, 15:00 Lente – Os Políticos: O Espelho
    9 Novembro, 15:00 Lente – Os Académicos: Ruptura Silenciosa
    16 Novembro, 15:00 Lente – Os Radicais: Arq.a
    30 Novembro, 15:00 Lente – Os Lúdicos: Dédalo
    14 Dezembro, 15:00 Lente – Os Fantásticos: Friendly Fire

  • The Planetary Sculpture Supper Club

    Center for Genomic Gastronomy (NO/US)

    Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal, foi proprietário do Palácio. Uma figura controversa, muitas vezes descrito como déspota iluminado, o Marquês foi o primeiro-ministro de Portugal responsável pela reconstrução de Lisboa após o terramoto de 1755. O projeto de Lisboa terá, eventualmente, sido discutido à mesa, no palácio.

    Este projeto é composto por uma mesa de jantar e uma série de menus que tipificam o modo como os seres humanos têm inconscientemente vindo a esculpir a biosfera do planeta através dos seus hábitos e tecnologias alimentares e preferências de sabor. O projeto explora a co-evolução da gastronomia e dos sistemas ecológico, tecnológico e político. Os ingredientes e respetiva preparação são articulados com os temas discutidos ao jantar: Voltar a Ter Tempo, Caviar para Todos e Receitas para o Desastre. Entre ficção política e experiência gastronómica, “The Planetary Sculpture Supper Club” senta o visitante à mesa às quintas e sextas e sábados, das 19h às 22h. Aos sábados, os jantares serão presididos por diversos marqueses nomeados por Carlos Vaz Marques, (ver “A Cidade à Mesa” - residências) e um arquiteto convidado a ser anunciado.

    Todas as receitas são desenvolvidas pelos Center for Genomic Gastronomy em colaboração com Heather Julius e os chefes António Henriques, Fábio Bernardino, Pedro Bettencourt e Vasco Alves e os alunos das Escolas de Hotelaria e Turismo do Estoril, Lisboa e Setúbal.

    Os jantares acontecem todas as quintas, sextas e Sábados (de 15 de Setembro a 14 de Dezembro 2013).
    Temas: Voltar a Ter Tempo, Caviar para todos, Receitas para o Desastre

    Tema 1: Voltar a Ter Tempo
    Após um século de velocidade estaremos prontos para um abrandamento radical? A comida servida para este tema será o resultado dos mais ineficazes processos em termos de cultivo, transporte, distribuição, bem como nos modos de cozinhar, servir e consumir. A conversa abordará as questões da rapidez, da lentidão por vontade própria, e da possibilidade de optar, encontrando um outro andamento e um outro ritmo, à margem daquele que é ditado pelo capitalismo global.

    Tema 2: Caviar para Todos
    Estarão as experiências de verdadeiro decadentismo apenas ao alcance de alguns privilegiados? Será o acesso universal ao prazer e à alegria um objectivo pelo qual vale a pena lutar? A comida servida com este tema recorrerá a ingredientes e receitas provenientes de exploração intensiva e simula refeições decadentistas, colocando estes ingredientes absurdos e fantásticos à disposição de todos. A conversa pode girar em torno da questão do 1%, do modo como somos cúmplices numa sociedade de consumo que produz tantas escolhas e tanto desperdício e do poder político da atitude de busca do prazer em face da austeridade.

    Tema 3: Receitas para o Desastre
    Parece haver hoje um interesse global nas diversas variantes milenaristas, tanto dos que antecipam um desastre global precavendo-se contra ele como daqueles que o consideram irremediável. A comida servida no decurso deste debate terá a ver com histórias do fim do mundo e últimas ceias. A conversa gira em torno da ideia de morte e renascimento do mundo tal como o conhecemos e de como poderemos preparar-nos para o pior.

    Os jantares começam à hora exacta (19:00).

    15 Set Governo Sombra (João Miguel Tavares, Pedro Mexia, Ricardo Araújo Pereira) Introdução aos três temas. - ESGOTADO
    21 Set – Voltar a Ter Tempo/Gonçalo M. Tavares (escritor) - ESGOTADO
    26 Set – Caviar para Todos COMPRAR
    27 Set – Caviar para Todos COMPRAR
    28 Set – Caviar para Todos/Catarina Portas (empresária) COMPRAR
    3 Out  – Voltar a ter Tempo COMPRAR
    4 Out – Voltar a ter Tempo COMPRAR
    5 Out – Voltar a ter Tempo/Delfim Sardo (professor universitário, presidente da Associação
    Internacional de Críticos de Arte, Portugal) COMPRAR
    10 Out – Receitas para o Desastre COMPRAR
    11 Out – Receitas para o Desastre COMPRAR
    12 Out – Receitas para o Desastre/Rui Horta (coreógrafo, fundador da estrutura artística O Espaço do Tempo, Montemor-o-Novo) COMPRAR
    17 Out – Caviar para Todos COMPRAR
    18 Out Caviar para Todos COMPRAR
    19 Out – Caviar para Todos/António Barreto (sociólogo, presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos) COMPRAR
    24 Out – Voltar a Ter Tempo COMPRAR
    25 Out – Voltar a Ter Tempo COMPRAR
    26 Out – Voltar a Ter Tempo/Joana Amaral Dias (psiquiatra) COMPRAR
    31 Out – Receitas para o Desastre COMPRAR
    1 Nov – Receitas para o Desastre COMPRAR
    2 Nov – Receitas para o Desastre/Maria Filomena Mónica (socióloga) COMPRAR
    7 Nov Caviar para Todos COMPRAR
    8 Nov Caviar para Todos COMPRAR
    9 Nov – Caviar para Todos/Clara Ferreira Alves (jornalista) COMPRAR
    14 Nov – Voltar a Ter Tempo COMPRAR
    15 Nov – Voltar a Ter Tempo COMPRAR
    16 Nov – Caviar para Todos/Rui Tavares (historiador, deputado europeu independente) COMPRAR
    21 Nov – Receitas para o Desastre COMPRAR
    22 Nov – Receitas para o Desastre COMPRAR
    23 Nov – Receitas para o Desastre/Inês Medeiros (atriz, realizadora e deputada) COMPRAR
    28 Nov – Caviar para Todos COMPRAR
    29 Nov – Caviar para Todos COMPRAR
    30 Nov – Caviar para Todos/Helena Roseta (vereadora da Câmara de Lisboa, arquiteta) COMPRAR
    5 Dez – Voltar a Ter Tempo COMPRAR
    6 Dez – Voltar a Ter Tempo COMPRAR
    7 Dez – Voltar a Ter Tempo/José Tolentino Mendonça (poeta, vice-reitor da Univ. Católica, padre) COMPRAR
    12 Dez Receitas para o Desastre COMPRAR
    13 Dez – Receitas para o Desastre COMPRAR
    14 Dez – Receitas para o Desastre/Convidado surpresa COMPRAR

    Nota:
    Os jantares só se realizam para um mínimo de 12 pessoas.
    Para resevas de grupo contactar supperclub@trienaldelisboa.com

    Cancelamento de Reservas:
    Apenas as reservas canceladas com um mínimo de 72 horas de antecedência serão reembolsadas.

     

  • In Dreams I Walk With You

    Noam Toran (US) & Onkar Kular (UK)

    No dia 31 de Janeiro de 1912, 620 anarco-sindicalistas foram presos na sede do movimento, o Palácio Pombal. Expulsos do edifício sob ameaça de armas, foi relatado que os anarquistas entoaram orgulhosamente “A Internacional”, enquanto eram evacuados.

    Uma peça teatral inspirada no “Teatro dos Operários” do início do século XX na Europa, que tinha como objetivo retratar as dificuldades da classe operária com o propósito de despertar a consciência social e a ação coletiva. Centra-se na relação entre Mário Castelhano (1894–1940) e Manuel Rijo (1897–1974): trabalhadores ferroviários, anarquistas militantes e dirigentes sindicais que partilharam grande parte das suas vidas adultas no exílio ou na prisão. A partir do grau zero da arquitectura, uma cela presidiária, a peça representa uma série de fugas audaciosas em que os prisioneiros constroem diversas utopias para onde viajam através da imaginação. A leitura da peça faz-se através de um guião, face a um cenário vazio de atores. “In Dreams I Walk With You” celebra os valores humanistas do anarquismo político, em contraste com a frágil cultura política contemporânea. Reflete sobre os problemas inerentes ao (e a absoluta necessidade de) desejo e construção de utopias.

    A peça é inspirada em arquivos e textos históricos, nos escritos de Castelhano, Rijo e de outros anarquistas presidiários, bem como em textos literários de Manuel Puig, Bruno Schulz, e Ursula K. Le Guin.

  • Slowly Ceiling

    Alex Schweder (US)

    Jácome Ratton, Fidalgo Cavaleiro da Casa Real e Cavaleiro da Ordem de Cristo, viveu no Palácio Pombal no século XIX, onde foi preso por suspeita de estar associado à causa Jacobina, durante as Invasões Francesas. Foi durante o exílio em Inglaterra que Ratton escreveu as suas “recordações” de Lisboa.

    “Slowly Ceiling” é uma arquitetura que se transforma ao longo do tempo. Refletindo sobre a condição do exílio, este espaço convida o visitante a adormecer e transforma-se lentamente, ocupando uma área progressivamente maior, proporcionando um espaço cada vez mais pequeno. A peça é cíclica, enchendo e esvaziando continuamente, num movimento ininterrupto, nunca atingindo um estado final. “Slowly Ceiling” é uma arquitetura performativa que coreografa o visitante. Primeiro convida, depois faz refém, e finalmente expulsa. Para proporcionar uma experiência ideal, a visita deve ser limitada a duas pessoas de cada vez, cada uma deitada num dos sofás. Esta peça demora cerca de 30 minutos a ser executada.

Residências

  • Residência 1 – Maria Fusco (IE): The Legend of The Necessary Dreamer

    The Legend of the Necessary Dreamer é uma reportagem em tempo real a partir do Palácio. Durante a sua residência, Maria Fusco dedicou-se a escrever textos no local examinando a vulnerabilidade física das salas, restituindo o propósito ao sonhador, oferecendo-lhe uma voz material. Os seus textos são recitados diariamente no oratório do Palácio, a uma pessoa de cada vez.

  • Residência 2 – Carlos Vaz Marques (PT): A Cidade à Mesa

    Carlos Vaz Marques é o anfitrião e moderador dos jantares de “The Planetary Sculpture Supper Club”. Todos os sábados, convida uma figura da cultura portuguesa e nomeia-a Marquês. Como Marquês, cada convidado traz uma proposta para Lisboa, a serem discutidas com um convidado arquiteto e com os restantes comensais. Os jantares são divididos em três temas: Voltar a Ter Tempo, Caviar para Todos e Receitas para o Desastre.

  • Residência 3 – Carlos Azeredo Mesquita (PT): Detailed close-ups of far-off scenes

    Carlos Azeredo Mesquita usará a fotografia como ferramenta para expandir as narrativas associadas a cada um dos momentos da exposição e correspondents usos passados do Palácio Pombal, recorrendo a uma variedade de situações e exemplos reais mais ou menos inesperados, num exercício de associação livre com metodologia pseudo-científica e resultados pseudo-enciclopédicos.